sexta-feira, 29 de junho de 2012

Um ano e cinco meses...

Pois é. Um ano e cinco meses de namoro. Quem diria, não? Nem nós dois imaginávamos que duraríamos tanto. Fico abismada de como o tempo passou rápido. E o mais legal é que eu me sinto fazendo a escolha certa, o que me assusta, admito. É assustador pensar que eu beijo a mesma boca ha, aproximadamente, 500 dias, e me sinto bem com isso. Me sinto confortável com isso, absurdamente confortável. 
 É como se nada disso fosse em vão, sabe. Como se cada lágrima derramada e cada palavra dita, seja ela qual for o seu valor, tivesse mesmo que ser feita, porque, talvez, realmente, teve que ser feito, por algum motivo. E o mais cômico foi a minha amiga me lembrando de algo que eu disse: "Lembra que eu te perguntei quando que você e o Diego iam se casar e você disse que seria quando o corintians ganhasse a libertadores? Aí ó, só falta um jogo...".

Fiz uma cara de "Viiiish...". Mas a esperança é a ultima que morre. Vai Boca! \o/

Admito, já conversamos sobre filhos, mas casamento...Parece algo tão "conto de fadas" ou "Amélia", sei lá. E existem coisas que eu, particularmente, não acredito com relação a casamento. Eu não me imagino largando minha música e minha guitarra pra arrumar casa e fazer comida enquanto ele trabalha fora. Alias, nem cozinhar eu sei! Mas casar pra quê, também, né!? Sou uma semi-criança! Somos duas semi-crianças! Criança não casa, não cozinha. Semi-criança também não! Ser semi-criança tem suas vantagens...

Acredito que isso tudo é algo pra ser pensado e repensado e pensado e repensado mais umas 432432 vezes. Tudo contado, calculado. Não é porque ele sofreu um acidente que vamos ter um monte de filhos e ser uma familia feliz sendo que nem andando ele tá ainda, né...

Não, não sou chata nem egoísta. Sou realista. Como se faz filho com perna quebrada?!

UHSUHUHUAHUSUSHUAHUSHUAHSU...

Ok! Parei!




Parabéns pra gente! Eu te amo, meu moreno. Estou te esperando...



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